Diana Henriques Araújo

Psicóloga Clínica

Sintomas comuns

Sensação persistente de preocupação, tensão ou medo; pensamentos acelerados; dificuldade em relaxar; inquietação; alterações do sono; sensação de “estar sempre em alerta".
Tristeza profunda ou persistente; perda de interesse nas atividades; fadiga; sentimentos de culpa ou inutilidade; alterações do apetite e sono; dificuldade de concentração; sensação de vazio.
Oscilações frequentes ou intensas no estado emocional; momentos de irritabilidade, tristeza ou euforia sem causa aparente; dificuldade em estabilizar emoções no dia a dia.
Episódios súbitos de medo intenso acompanhados de sintomas físicos como palpitações, falta de ar, tremores, tonturas, sensação de desmaio ou de perda de controlo.
Presença de pensamentos obsessivos (intrusivos, repetitivos e angustiantes) e/ou comportamentos compulsivos destinados a reduzir ansiedade; dificuldade em controlar rituais ou pensamentos repetitivos.
Medos intensos e persistentes desencadeados por situações ou objetos específicos, como voar, conduzir, alturas, espaços fechados, animais ou multidões. Podem causar evitamento significativo e impactar a rotina.
Preocupação exagerada com erros, desempenho ou expectativas alheias; dificuldade em tomar decisões; autocobrança elevada; tendência a evitar desafios para não correr o risco de falhar.
Dúvida constante sobre si próprio; medo de julgamento; necessidade de validação externa; baixa confiança nas próprias capacidades; dificuldade em afirmar preferências ou limites.
Procura excessiva por resultados “perfeitos”; medo de errar; dificuldade em aceitar falhas; autocobrança intensa; sensação de que nada é suficientemente bom, mesmo quando objetivamente está.
Dificuldade em regular emoções fortes como raiva, tristeza, ansiedade ou medo; sentir que as emoções “tomam conta” do momento; reações impulsivas ou arrependimento posterior.
Sensação prolongada de cansaço físico e mental; falta de energia; irritabilidade; dificuldade de concentração; sentir-se sobrecarregado; perda de motivação, especialmente relacionada ao trabalho ou responsabilidades diária.
Sentimento persistente de não ser suficiente; dificuldade em reconhecer qualidades pessoais; medo de julgamento; dependência da validação externa; insegurança nas relações.
Tendência a julgar-se com severidade; sensação constante de falhar; dificuldade em aceitar erros; padrões internos muito rígidos; comparação frequente com os outros.
Desconforto intenso perante contrariedades; baixa tolerância a imprevistos; irritação ou desânimo quando as coisas não acontecem como esperado; dificuldade em adaptar-se a mudanças ou falhas.
Desentendimentos persistentes, dificuldades na convivência, padrões de comunicação desgastados ou situações de tensão entre membros da família. Podem gerar angústia, desgaste emocional e sensação de não pertença.
Medo de magoar o outro, dificuldade em dizer “não”, receio de expressar necessidades ou posicionar-se. Pode levar a relações desequilibradas, sobrecarga emocional e sentimento de invasão ou desrespeito.
Sensação de desconexão, mesmo quando rodeado por outras pessoas; dificuldade em criar ou manter relações; retraimento social; ausência de apoio emocional percebido.
Vínculos marcados por controlo, manipulação, instabilidade, medo ou dependência excessiva. Dificuldade em afastar-se, mesmo reconhecendo que a relação é prejudicial.
Mudanças como início ou fim de emprego, parentalidade, divórcio, mudança de país, luto ou outras fases de vida podem gerar instabilidade emocional, dúvidas e necessidade de adaptação. A terapia ajuda a encontrar equilíbrio nestes períodos de transformação.
Momentos de questionamento sobre quem se é, o que se quer da vida ou qual o caminho a seguir. Podem surgir sentimentos de vazio, desconexão ou confusão interna. O acompanhamento psicológico apoia a clarificação e a reconstrução de sentido.
Momento de redefinir prioridades, compreender motivações internas e alinhar escolhas com aquilo que realmente importa. A terapia contribui para aumentar a clareza, a autenticidade e a direção pessoal.
Eventos dolorosos, experiências adversas ou vivências emocionalmente marcantes que podem influenciar o presente. Manifestações comuns incluem medo, insegurança, dificuldades nas relações, hipervigilância ou reações emocionais intensas.
Vivências onde houve falta de cuidado, validação ou proteção emocional; ou situações de controlo, manipulação, violência psicológica, física ou sexual. Podem deixar marcas profundas na autoestima, confiança e capacidade de estabelecer relações seguras.
Reexperiência de eventos traumáticos através de memórias intrusivas, pesadelos ou flashbacks; evitamento de situações associadas ao trauma; hipervigilância; alterações do humor e da regulação emocional. A terapia oferece um espaço seguro para compreender, processar e integrar estas experiências
Sensação persistente de cansaço extremo, falta de energia, queda de motivação e dificuldade em realizar tarefas diárias. Pode surgir após longos períodos de stress, sobrecarga emocional ou responsabilidades acumuladas.
Sentimento de desequilíbrio entre trabalho, família e tempo pessoal; dificuldade em definir limites; sensação de estar “sempre ligado(a)” ou de não conseguir desligar; impacto no humor, sono e qualidade de vida.
Padrões de pensamento automáticos e pessimistas que influenciam emoções e comportamentos. A terapia ajuda a identificar, questionar e transformar estes pensamentos, promovendo uma visão mais equilibrada, realista e saudável.
© Copyright Diana Henriques Araújo - Todos os direitos reservados
Já nos visitaram
Contador de visitas
vezes